“Os moradores poderão acessar os serviços por meio de um aplicativo de smartphone. A ideia também é que eles, por meio do programa, falem entre si e possam verificar com o outro se tem interesse em dividir os custos de uma diarista, por exemplo. Ou então quem pode emprestar uma furadeira, evitando que o vizinho acabe comprando uma e passe muito tempo sem precisar usá-la. Esses empreendimentos então sendo concebidos de forma que a interatividade dos moradores e o compartilhamento econômico entre eles ajude a diminuir os custos de cada um e do condomínio”, explica Paola Alambert, diretora de Marketing da Abyara Brokers.
O setor acredita na aceitação por parte dos clientes compradores nesse formato de serviço e o resultado dessa aposta é que outros dois empreendimentos, também lançados na cidade de São Paulo recentemente, contarão com esse modelo de conceito. Ainda de acordo com o mercado imobiliário, apesar da ideia de compartilhamento originariamente possuir maior adesão em condomínios com unidades menores destinadas para os públicos de renda média alta e média, quando realizadas adaptações, é capaz de se encaixar em empreendimentos de poder aquisitivo menor.


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